A Prefeitura de Salvador, por meio da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Urbano (Sedur), marcou presença no 1º Fórum Socioambiental de Feira de Santana. A abertura da programação, nesta segunda-feira (14), contou com uma palestra sobre “O licenciamento ambiental como instrumento de adaptação das cidades às emergências climáticas”. Quem conduziu a apresentação foi o titular da Sedur, Sosthenes Macêdo, dentro do eixo temático “AdaptaCidades”.
O evento foi promovido pela Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Recursos Naturais de Feira de Santana (SEMMAM). Reuniu representantes do poder público, universidades, setor produtivo, instituições ambientais e sociedade civil. O foco: discutir estratégias de enfrentamento às mudanças climáticas e fortalecer políticas públicas sustentáveis.
Licenciamento como ferramenta de resiliência urbana
Durante a exposição, Sosthenes Macêdo destacou o papel estratégico do licenciamento ambiental no planejamento urbano. O instrumento, segundo ele, contribui para tornar as cidades mais resilientes diante dos eventos climáticos extremos. “O licenciamento ambiental é uma ferramenta essencial para que o crescimento das cidades ocorra de forma responsável e planejada. Ao incorporar critérios ambientais e de prevenção de riscos aos empreendimentos, fortalecemos a capacidade dos municípios de enfrentar as emergências climáticas e proteger a população, sem abrir mão do desenvolvimento sustentável”, afirmou o secretário.
O gerente de Licenciamento Ambiental da Sedur, o engenheiro agrônomo Yuri Britto, também participou da programação. Ele promoveu a troca de experiências entre os municípios sobre boas práticas de gestão ambiental e desenvolvimento urbano.
Debates e temas do fórum
Com o tema central “Emergência Climática Requer Mudanças”, o 1º Fórum Socioambiental de Feira de Santana promoveu debates sobre adaptação climática, transição energética justa, educação ambiental e mitigação dos efeitos das enchentes e das secas. A programação também incluiu apresentações de experiências exitosas desenvolvidas por instituições convidadas.
Resultado: o licenciamento ambiental foi colocado como peça-chave para o desenvolvimento urbano sustentável. A ficha caiu: sem planejamento, quem paga a conta é o morador. O licenciamento ambiental é uma ferramenta essencial para que o crescimento das cidades ocorra de forma responsável e planejada. A troca de experiências entre Salvador e Feira de Santana reforça a necessidade de ações integradas diante da emergência climática.