Um homem de 20 anos, investigado pela participação em um duplo homicídio, foi preso nesta segunda-feira, 13 de abril de 2026, na região do Polo Petroquímico de Camaçari. A ação policial prendeu o suspeito apontado como um dos autores das mortes de Thaylon da Silva de Sena, de 20 anos, e Hanna Brandão Miranda Coelho, de 16 anos, vítimas de disparos de arma de fogo em março.
Os corpos das duas vítimas foram encontrados no dia 19 de março dentro de um veículo no bairro de Santa Maria, em Camaçari. A cena chocou a região. As investigações, conduzidas pela 4ª Delegacia de Homicídios (DH/Camaçari), apontaram para a participação de um grupo criminoso atuante no bairro Jardim Limoeiro, no mesmo município.
O fato é que a prisão temporária foi decretada. O suspeito foi localizado e detido na área industrial. Após a captura, ele foi encaminhado à Coordenação de Polícia Interestadual (Polinter) para cumprimento do mandado judicial.
Operação prende acusado de envolvimento em crime violento
Na prática, o homem de 20 anos agora está custodiado e à disposição do Poder Judiciário. A prisão temporária é um instrumento legal usado durante investigações complexas, como homicídios. O caso segue sob sigilo, mas a polícia trabalha com a hipótese de execução.
Duas famílias perderam jovens de forma brutal. Thaylon tinha 20 anos. Hanna, apenas 16. A violência interrompeu duas trajetórias no município da Região Metropolitana de Salvador. A conta da violência chegou com a prisão, mas o vazio para as famílias do adolescente e da jovem assassinados permanece.
O que as investigações da delegacia de homicídios revelaram?
De acordo com as informações da 4ª DH/Camaçari, o grupo criminoso do Jardim Limoeiro estaria envolvido. As motivações exatas para o duplo crime ainda não foram divulgadas pelas autoridades. O suspeito preso é um dos investigados.
O carro onde os corpos foram achados virou cenário de um mistério sombrio. Quem os colocou lá? Por que naquele local? A polícia não detalhou se o veículo pertencia a uma das vítimas. As perguntas se acumulam enquanto a justiça tenta avançar.
O suspeito preso aguarda os próximos passos processuais. A defesa ainda não se manifestou publicamente. O caso, que comoveu Camaçari no último mês, agora depende das provas que a polícia conseguiu reunir e do andamento da ação judicial.