✦ Resumo

Prefeitura de Salvador monitora Plano Municipal de Cultura com 29 metas e 273 ações em execução, apresentadas em audiência pública pela Fundação Gregório de Mattos.

vereadores de Salvador
Fotos: Bruno Concha / Secom PMS

A Prefeitura de Salvador apresentou nesta terça-feira (5) o monitoramento do Plano Municipal de Cultura (PMC), revelando 29 metas e 273 ações em execução na capital baiana. Os dados foram divulgados pela Fundação Gregório de Mattos (FGM) durante audiência pública no Auditório do Bahia Center, no Centro da cidade, reunindo poder público e sociedade civil para discutir o avanço das políticas culturais.

Elaborado com ampla participação social e validado pelo Conselho Municipal de Política Cultural (CMPC), o plano traça diretrizes estratégicas para o desenvolvimento cultural de Salvador ao longo de uma década. O documento incorpora mecanismos de avaliação contínua, com indicadores de monitoramento e prazos definidos, reforçando o papel do conselho como instância central de controle social.

Monitoramento das metas e ações do PMC

A assessora estratégica de gestão da FGM, Talita Costa, detalhou os números centrais do acompanhamento. “Temos 29 metas no plano e 273 ações que estão sendo executadas não só pela Fundação Gregório de Mattos, mas por outros órgãos da Prefeitura, em parceria”, explicou. Ela destacou que a fiscalização é feita pela Câmara Municipal e pelo Conselho Municipal de Cultura.

Entre os destaques do monitoramento, Talita apontou áreas estratégicas que recebem atenção especial. “Além das ações de fomento, que temos através dos editais e que têm recebido bastante dedicação, há também ações ligadas à diversidade e à acessibilidade, extremamente relevantes para todos os atores envolvidos na cultura”, disse a assessora.

Transparência e diálogo institucional

O presidente da Fundação Gregório de Mattos, Fernando Guerreiro, participou do encontro com sua equipe técnica. Ele apresentou o acompanhamento das metas, ações e resultados previstos no plano. Guerreiro pontuou a necessidade de transparência e diálogo institucional no processo.

“O Plano Municipal de Cultura é um documento, uma política cultural importantíssima, porque assegura a continuidade das ações do município, independentemente da gestão”, afirmou Guerreiro. Ele completou: “Hoje, a gente dialoga com a Câmara de Vereadores, responsável pela aprovação desse plano, e também ouve sugestões para aprimorá-lo cada vez mais”.

Participação da sociedade civil

A audiência pública contou com a presença de membros da Comissão de Cultura da Câmara Municipal de Salvador. Talita Costa salientou a importância de realizar esses encontros periódicos. “Esse encontro é para tratar do monitoramento do Plano Municipal de Cultura. Apresentamos algumas informações sobre esse monitoramento, o status de realização das metas e das ações”, disse.

Na prática, o processo garante maior alinhamento entre o poder público e os agentes culturais. O monitoramento permite verificar o estágio de cada iniciativa, desde a formulação até a execução das políticas. A ficha caiu tarde para quem achava que o plano ficaria no papel: as 273 ações em andamento mostram que o bicho pegou na gestão cultural da capital baiana.

Quem paga a conta é o morador, que acompanha de perto os resultados das políticas públicas. O fato é que o PMC estabelece diretrizes estratégicas para o desenvolvimento cultural de Salvador ao longo de uma década, com indicadores de monitoramento e prazos definidos. A Prefeitura promete continuar prestando contas à população sobre a execução desse plano de interesse público.

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Sobre o autor P. Fonseca

P. Fonseca é o fundador e editor-chefe do BahiaBR.com. Com mais de 20 anos de experiência em publicação digital e criação de conteúdo — desde os primórdios de plataformas como Blogger, MySpace e Orkut — P.