Em resumo
  • A biometria estará disponível em todas as seções eleitorais, mas não é obrigatória para votar.
  • O prazo para cadastro biométrico visando as eleições de 2026 se encerrou em maio.
  • Quem não fez o cadastro pode votar com documento de identificação; quem já fez pode ter a digital verificada.
Eleições 2026: biometria não é obrigatória e cadastro está encerrado; veja regras
Foto: Rovena Rosa/Agência Brasil

A biometria estará disponível em todas as seções eleitorais do país para as eleições deste ano, mas o eleitor não é obrigado a ter realizado o cadastro para votar. Quem já fez o registro, no entanto, pode ter a identidade confirmada pela impressão digital na urna eletrônica. As informações foram divulgadas pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

O prazo para incluir a biometria no título de eleitor visando o pleito de 2026 se encerrou em maio deste ano. Quem ainda não fez o cadastro e quiser regularizar a situação deverá procurar a Justiça Eleitoral após a votação. O TSE orienta os cidadãos a comparecerem a um cartório eleitoral depois do pleito para realizar o procedimento.

Durante o cadastramento biométrico, são coletadas a fotografia, as digitais de todos os dedos da mão e a assinatura do eleitor. Essas informações são armazenadas para aumentar a segurança do processo eleitoral.

Como funciona a votação sem biometria

Se o título de eleitor estiver regular, o cidadão pode votar mesmo sem nunca ter feito o cadastro biométrico. Nesse caso, será exigido um documento de identificação oficial com foto para ter acesso à urna eletrônica.

Mesmo para quem já realizou a biometria, pode ocorrer de a urna não reconhecer a digital. A orientação do TSE é que a leitura seja repetida até quatro vezes. Se a dificuldade persistir, a mesa receptora vai confirmar a identidade do eleitor por outros meios de conferência do cadastro. Caso as informações coincidam, o eleitor assina o caderno de votação ou registra a impressão digital, se não souber assinar.

Histórico e segurança

O uso da impressão digital para identificar os votantes foi iniciado pela Justiça Eleitoral em 2008. A medida foi adotada para aumentar a segurança das eleições e evitar que uma pessoa vote no lugar de outra. Com o cruzamento de informações, o TSE ainda pode detectar eleitores com registros duplicados no cadastro eleitoral.

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Sobre o autor P. Fonseca

P. Fonseca é o fundador e editor-chefe do BahiaBR.com. Com mais de 20 anos de experiência em publicação digital e criação de conteúdo — desde os primórdios de plataformas como Blogger, MySpace e Orkut — P.