Uma operação de fiscalização do Procon de Lauro de Freitas vistoriou lojas de produtos naturais no Parque Shopping Bahia nesta sexta-feira (17). A ação, chamada Operação Produtos Naturais 2026, verificou prazos de validade, condições de higiene e a documentação obrigatória dos estabelecimentos. O objetivo é garantir segurança e transparência para quem consome esses itens.
O que os fiscais do Procon verificaram nas lojas
A equipe da Superintendência Municipal de Proteção e Defesa do Consumidor focou em vários pontos críticos. Eles examinaram a data de validade de todos os produtos. Checaram se o alvará de funcionamento estava em dia. E confirmaram se o Código de Defesa do Consumidor estava exposto em local visível para o cliente. O manuseio e a higienização dos alimentos também passaram por análise. A forma como os produtos eram armazenados e mantidos nas prateleiras completou a lista de verificações.
A diretora jurídica do Procon, Natali Santos, participou da ação. Ela destacou que a fiscalização busca intensificar a segurança. “Além de realizar anualmente a operação voltada para esse segmento, atuamos também em cumprimento de denúncias”, afirmou a representante do órgão. A fala dela coloca o dedo na ferida: a operação não é aleatória, mas uma resposta a um mercado em crescimento e, por vezes, alvo de reclamações.
Como e onde fazer uma denúncia ao Procon
Qualquer consumidor que identificar irregularidades pode acionar o Procon municipal. Existem três canais oficiais. O primeiro é o e-mail denuncia.procon@laurodefreitas.ba.gov.br. O segundo é o telefone (71) 3190-5951. Para quem prefere o atendimento presencial, a opção é o SAC Municipal, localizado no Shopping Passeio Norte, na Avenida Santos Dumont. O atendimento funciona de segunda a sexta-feira.
A Operação Produtos Naturais 2026 começou no dia 6 de abril. Ela priorizou bairros com maior consumo desses produtos, como Centro, Itinga e Vilas do Atlântico. A ação também pode ser realizada a partir de denúncias, o que mostra que a vigilância é contínua e reativa ao comportamento do mercado. O fato é que a fiscalização planejada e a investigação por queixa andam juntas.
Resultado: a iniciativa reforça o trabalho de monitoramento em um setor específico. A presença no shopping, um local de grande fluxo, envia um sinal claro. A transparência e a conformidade são obrigatórias. Quem paga a conta é o morador, e a sua segurança alimentar está em jogo. A operação segue seu curso, com o olho do Procon voltado para o comércio de produtos naturais em toda a cidade.