Um veículo avaliado em mais de R$ 90 mil foi apreendido durante a segunda fase da Operação Máscara, deflagrada pela Polícia Civil da Bahia na manhã desta sexta-feira (3), no bairro Jequiezinho, em Jequié. A ação mira um grupo suspeito de estelionato, associação criminosa, corrupção de menores e lavagem de dinheiro no município. Em uma ação recente, um homem é preso suspeito de estelionato com documentos falsos em Jequié, demonstrando a atuação constante da polícia na região.
A investigação aponta que os lucros obtidos com os crimes eram divididos entre os líderes da organização. Eles mantinham um padrão de vida elevado, com imóveis e bens de alto valor. O automóvel apreendido foi encaminhado à unidade policial para perícia.
Transferência suspeita para evitar apreensão
Durante o cumprimento do mandado de busca, os agentes descobriram que os investigados haviam transferido a propriedade do veículo para um terceiro. A jogada foi uma tentativa clara de driblar a Justiça. Há indícios de que eles sabiam das medidas judiciais e, mesmo assim, agiram para dificultar a apreensão do bem. Agora, a Polícia Civil cumpre prisão por furto qualificado em Petrolina, em mais uma operação que reforça o combate a crimes patrimoniais.
Resultado: quem tentou esconder o patrimônio pode responder por mais um crime. A ficha caiu tarde para o grupo.
Segunda fase e histórico da operação
A operação é conduzida pela Delegacia de Repressão a Furtos e Roubos (DRFR/Jequié), vinculada ao Departamento Especializado de Investigações Criminais (Deic), em conjunto com a Delegacia Territorial (DT/Jequié). Na primeira fase da Operação Máscara, cinco pessoas foram presas — duas mulheres e três homens. Em outra ação, a Operação Dimittis prende duas foragidas de São Paulo em Nordestina, mostrando a abrangência das investigações.
O bicho pegou para a organização criminosa. A segunda fase agora aprofunda as investigações sobre a lavagem de dinheiro e a tentativa de obstruir a Justiça. Além disso, a Polícia Civil desarticula laboratório de drogas e apreende fuzil e 160 kg de cocaína em Cafarnaum, evidenciando o trabalho contínuo contra o crime organizado.