Em resumo
  • A Secretaria Municipal de Saúde de Salvador qualificou profissionais da Atenção Primária para o manejo clínico da sífilis nesta quarta-feira (14), no auditório da faculdade Estácio, no Stiep.
  • A formação integra o Outubro Verde e abordou sífilis na gestação, acolhimentos, cenário epidemiológico, caso clínico e diálogo com especialista.
  • Uma nova edição da mesma qualificação será promovida pela SMS no próximo dia 22.
Salvador qualifica profissionais da Atenção Primária para manejo clínico da sífilis
Texto: Marco Pitangueira/ Secom PMS

Profissionais da Atenção Primária de Salvador passaram por qualificação para o manejo clínico da sífilis nesta quarta-feira (14). A formação ocorreu no auditório da faculdade Estácio, no bairro do Stiep, e teve como temas a sífilis na gestação, acolhimentos, o cenário epidemiológico da infecção, caso clínico e um diálogo com especialista.

A ação foi promovida pela Prefeitura de Salvador, por meio da Secretaria Municipal de Saúde (SMS), em alusão ao Outubro Verde, mês de conscientização e combate à Infecção Sexualmente Transmissível (IST). Uma nova edição da mesma qualificação está prevista para o próximo dia 22.

O que é a sífilis e como ela se transmite

A sífilis é uma infecção bacteriana sexualmente transmissível causada pela bactéria Treponema pallidum. As transmissões podem ocorrer por via sexual, em relações sem uso de preservativos, ou de forma vertical, também chamada congênita, quando uma gestante infectada e não tratada transmite a IST para a criança.

O diagnóstico é feito por meio de exames de sangue específicos ou testes rápidos. A prevenção parte do uso de preservativos durante as relações sexuais e do correto acompanhamento durante a gravidez.

Importância da atualização profissional

Técnica do campo temático de enfrentamento à sífilis, Aline Alencar reiterou a importância da discussão e da ampliação do conhecimento sobre a IST. Segundo ela, a doença é curável, mas os dados ainda apontam uma alta taxa de transmissão, o que reforça a necessidade de difundir informações, educação, formas de tratamento e atenção especializada para que as pessoas consigam evitar a contaminação.

Já Aline Batista, atuante na Unidade São José de Baixo, em Itapagipe, destacou a necessidade de atualizar e profissionalizar ainda mais os profissionais da saúde envolvidos. Para ela, é de extrema importância insistir no tema e explicar os motivos para a população se cuidar.

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Sobre o autor Lúcia L.F

Lúcia L.F. é co-fundadora e Diretora de Parcerias do BahiaBR.com. É uma empreendedora de mídia digital com mais de uma década de experiência, atuando em portais de notícias na Bahia desde 2011.