A Secretaria Municipal da Saúde (SMS) de Salvador realizou, nos dias 7 e 8, no Espaço Cultural Makota Valdina, a Oficina de Ações Integradas: Um Olhar para a Eliminação das Hepatites Virais. O encontro reuniu gestores e profissionais da assistência e da Vigilância em Saúde para discutir estratégias de enfrentamento das hepatites virais e o alcance das metas de eliminação da doença como problema de saúde pública até 2030.
Entre os temas discutidos estiveram o cenário epidemiológico das hepatites virais em Salvador, o monitoramento de indicadores e sistemas de informação, a integração entre Vigilância em Saúde, Atenção Primária e Serviços Especializados e estratégias de cuidado para populações em situação de maior vulnerabilidade.
A iniciativa promoveu a integração entre diferentes áreas da saúde, com foco no fortalecimento das ações de promoção, prevenção, diagnóstico, tratamento, monitoramento e vigilância. O encontro também possibilitou a identificação de desafios e potencialidades da rede e a construção conjunta de estratégias para ampliar o diagnóstico precoce, a testagem, a vacinação, a vinculação e o acompanhamento das pessoas diagnosticadas.
Programação e temas em debate
A programação contou com discussões sobre ampliação da testagem e vacinação, vinculação ao cuidado, abordagem clínica e organização da rede de atenção. Também foram realizadas uma mesa-redonda sobre integração dos serviços e uma conferência dedicada ao percurso entre o diagnóstico e a cura no território.
Integração entre profissionais
Para a coordenadora de Apoio das Ações de Vigilância da SMS, Ana Leiro, a integração entre os profissionais é essencial para transformar os desafios identificados no território em ações concretas.
“A eliminação das hepatites virais depende de uma rede articulada, que consiga identificar precocemente, garantir o cuidado e acompanhar cada pessoa”, declara.
Ana Leiro afirmou ainda que Salvador tem avançado nessa discussão e que encontros como este são importantes para avaliar o que já é feito, identificar desafios e pensar em novos caminhos para alcançar as metas de eliminação até 2030.