Música ao vivo, pula-pula, algodão doce e palhaços transformaram a Praça de Portão em um ponto de encontro para famílias na noite de sábado (25/5). A terceira edição do projeto Praça Viva, promovido pela Prefeitura de Lauro de Freitas por meio da Secretaria Municipal de Cultura, Lazer, Juventude e Esporte (SECULJE), levou diversão gratuita aos moradores do bairro. A iniciativa busca ocupar e valorizar os espaços públicos da cidade.
Programação gratuita para todas as idades
O evento ofereceu apresentações musicais com artistas locais, brincadeiras com palhaços e distribuição de pipoca e algodão doce. Crianças puderam se divertir no pula-pula enquanto os adultos acompanhavam a programação cultural. A ideia é clara: devolver o lazer e a alegria às famílias em todas as praças da cidade.
Autoridades celebram o projeto
O vice-prefeito e secretário da SECULJE, Mateus Reis, comemorou o resultado da ação. “O Praça Viva faz parte do programa Somos Cultura, que representa a Prefeitura de Lauro de Freitas devolvendo o lazer e a alegria às famílias em todas as praças da cidade. Com diversão para as crianças e atividades para os adultos, o projeto valoriza o artista local com música ao vivo nos bairros”, afirmou o gestor. Reis ainda destacou que a iniciativa “veio para ficar” e percorrerá outros bairros nos finais de semana.
Moradores aprovam a iniciativa
A doméstica Maria dos Santos, de 42 anos, levou os dois netos e não escondeu a satisfação. “Estou gostando muito. É maravilhoso ter uma programação assim para as crianças na praça. Estávamos precisando desse incentivo”, disse. Já a aposentada Maria da Conceição, de 68 anos, moradora do bairro há cinco décadas, foi além: “Moro aqui há 50 anos e nunca vi nada igual. Faço questão de trazer minha neta Helena sempre que acontece. É um lazer que nossa comunidade realmente precisava!”
Expansão para outros bairros
O Praça Viva já passou pelos bairros de Vida Nova e Itinga. A previsão da SECULJE é ampliar a programação para outras regiões de Lauro de Freitas. Na prática, a proposta é promover convivência e integração entre os moradores por meio de atividades culturais gratuitas. Quem paga a conta é o morador? Não. O projeto é mantido pela prefeitura, com recursos públicos.