Em resumo

Alunos da Escola Municipal Cristo Rei, em Fazenda Grande II, participaram nesta quinta-feira (17) do projeto “Se essa rua fosse minha…”, da Transalvador, que ensina noções de sinalização e prevê recuperação de quebra-molas, gradis, faixas de pedestres e outros elementos. O projeto piloto ocorre inicialmente em duas escolas municipais, incluindo a Escola Padre Ugo Meregalli, em Nova Brasília.

Escola Cristo Rei recebe projeto que revitaliza sinalização de trânsito em Fazenda Grande II
Fotos: Bruno Concha / Secom PMS

Alunos da Escola Municipal Cristo Rei, no bairro de Fazenda Grande II, participaram nesta quinta-feira (17) do projeto “Se essa rua fosse minha…”, que prevê o ensino de noções de sinalização a partir da participação dos estudantes em ações de pintura direcionada e do compartilhamento de conhecimento. A unidade reúne 480 estudantes, com idades entre 4 e 10 anos.

A iniciativa é desenvolvida pela Superintendência de Trânsito de Salvador (Transalvador) e ocorrerá inicialmente em duas escolas municipais. Além da Cristo Rei, em Fazenda Grande II, o projeto piloto alcança a Escola Padre Ugo Meregalli, em Nova Brasília.

Na prática, a ação prevê a revitalização da sinalização escolar por meio da recuperação de elementos gráficos, como quebra-molas, laminados elastoplásticos, pintura termoplástica em gradis, postes de sinalização vertical e outros itens do ecossistema de sinalização.

Para a região da escola, segundo a Transalvador, foi pensada a introdução de faixas de pedestres, redutores de velocidade, gradis, faixas de redução, entre outros elementos. A escolha das unidades partiu de levantamento interno. A gerente de Sinalização de Trânsito da Transalvador, Lurdes Santana, explica que a superintendência identificou escolas de Salvador com dados sobre algum tipo de acidente, leve ou grave, e, a partir das pesquisas internas, provocou coordenações e diretorias para reforçar a sinalização.

Ao chegar à escola, a equipe percebeu a proximidade com outras escolas e hospitais, além do fluxo de pessoas com deficiência no local. Foi esse cenário que levou a Transalvador a trazer para o projeto a ideia lúdica de inserir as crianças no processo. “Nossa premissa consiste na ideia de que, com participação da comunidade, haverá mais chances de preservação deste patrimônio”, afirma Lurdes Santana.

Para a vice-diretora da Escola Municipal Cristo Rei, Camila Costa, a ação é motivo de orgulho para a instituição de ensino e reforça a conscientização das crianças. Ela avalia que o trabalho apresenta noções sobre a importância da sinalização de trânsito e traz segurança para os alunos, que veem os símbolos na rua, mas não sabiam identificar nem explicar cada um deles. Camila conta que a escola recebeu a provocação da Transalvador e considerou a iniciativa bastante importante.

Mãe de uma aluna da Escola Cristo Rei, a gestora de qualidade Alizandra Reis, de 53 anos, também elogiou o projeto. Ela disse que a ação ensina para a vida e que a filha pinta o muro e aprende brincando.

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Sobre o autor Lúcia L.F

Lúcia L.F. é co-fundadora e Diretora de Parcerias do BahiaBR.com. É uma empreendedora de mídia digital com mais de uma década de experiência, atuando em portais de notícias na Bahia desde 2011.