Prefeitura afirma que revisão não interrompe atendimento à população.
Medida ajusta procedimento complementar, fora das atribuições diretas das UPAs.
Foco das unidades municipais é urgência, estabilização e encaminhamento regulado.
327 pacientes já estabilizados aguardam transferência para leitos estaduais.
Entrave real é a oferta de leitos na rede hospitalar de gestão estadual.
SMS revisa fluxo que, na prática, não reduziu o tempo de espera por internação.
Objetivo é manter o foco no atendimento essencial das urgências.
Prefeitura garante que acolhimento e estabilização seguem normais no SUS.
Decisão joga luz sobre a necessidade de integração entre município e estado.
Toque abaixo para ler mais.