Novo ministro da Fazenda assume sob forte pressão nas contas públicas.
Desafio: conciliar regras fiscais com demandas emergenciais de 2026.
Bloqueio de R$ 1,6 bi no Orçamento é considerado modesto por especialistas.
Governo projeta superávit, mas prevê déficit primário de R$ 59,8 bilhões.
Ministro articula subsídio ao diesel para conter alta dos combustíveis.
Também trabalha em pacote para reduzir inadimplência das famílias.
Especialistas apontam crise de credibilidade nas metas fiscais.
Dívida pública salta para 78,7% do PIB, comprometendo a confiança.
Baixo investimento público, em torno de 2,3% do PIB, preocupa.
Espaço para manobra é mínimo em meio a rigidez orçamentária.
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