Centro de epilepsia do Roberto Santos completa 1 ano com 1.700 atendimentos.
Evitou que pacientes viajassem para outros estados em busca de tratamento.
Mãe conta que não precisou mais mudar para São Paulo com o filho.
Unidade já realizou cirurgias complexas para casos graves.
Acesso é por encaminhamento médico via regulação estadual.
Evento comemorativo debate tratamentos e qualifica profissionais.
Sucesso do centro pressiona por expansão do modelo.
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