Protótipo da USP opera em condições reais e já tem patente depositada.
Tensão de 3V é compatível com baterias comerciais atuais.
Desafio da degradação do metal foi superado após 10 anos de pesquisa.
Sistema usa "caixa" química que protege e controla o nióbio.
Próxima etapa depende de centro de pesquisa com vários parceiros.
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