Museu vira palco de folia e risada na madrugada

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Museu vira palco de folia e risada na madrugada

Júlia Leal
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Paroano Sai MilhóFoto: Divulgação/Ascom IPAC

Um museu que não dorme

Imagine um museu que troca o silêncio pelo som do frevo e o sussurro das galerias pelas gargalhadas da madrugada. Nos dias 7 e 8 de fevereiro, o Museu de Arte da Bahia (MAB) faz exatamente isso. A Virada Cultural transforma o espaço em uma maratona de 30 horas, com atividades gratuitas que começam às 10h do sábado e só param no domingo às 18h. A proposta é clara: ocupar cada canto, da sala de cinema ao jardim, com a energia que antecede o Carnaval.

Folia do Paroano e risada até de madrugada

O clima de celebração ganha corpo com a batida do grupo Paroano Sai Milhó. Eles sobem ao palco na área externa do MAB no sábado, às 15h, levando a alegria das ruas para dentro do museu. Mas a festa não tem hora para acabar. Conforme a programação enviada ao portal, um dos momentos mais aguardados começa quando a cidade já adormece: a Comédia na Madrugada. Das 0h às 3h de domingo, Guga Walla comanda uma roda de humoristas baianos, como Matheus Buente e Magali Soares, provando que cultura também se faz de riso.

Enquanto uns se divertem com o stand-up, outros colocam a mão na massa. Oficinas de serigrafia, pintura em cerâmica e dança infantil acontecem em fluxo contínuo. Uma delas, a Cerâmica na Rua – Mural Aberto, toma a área externa do sábado à noite até o fim do evento. A ação cria um diálogo direto entre o público, a arte e a cidade.

Programação para todas as idades e sentidos

O domingo reserva um bailinho especial para as crianças, com o grupo VILLAPUMM, às 14h. A Feira MAB, uma parceria com o Bazar Rozê e a Feira Vegana Salvador, funciona sem pausas, oferecendo gastronomia e artesanato. Quem preferir uma experiência mais introspectiva pode participar de sessões de yoga ou visitar as exposições em cartaz, como a da consagrada artista Beatriz Milhazes. A Sala Curta MAB exibe animações infantis da UFBA e o documentário “3 Obás de Xangô”, de Sérgio Machado.

Esta maratona cultural integra o projeto Verão na Bahia. A iniciativa, do Governo do Estado através da SecultBA e do IPAC, reforça o papel do museu como um lugar vivo. Um espaço que celebra a memória não apenas guardando o passado, mas criando, ao lado do público, os ritmos do presente.

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