Um homem de 46 anos, suspeito de cometer feminicídio, foi preso na manhã desta segunda-feira (23), na 12ª Delegacia Territorial de Itapuã. A vítima é Camila Sampaio Rodrigues, de 33 anos, assassinada a golpes de faca em outubro de 2024 no bairro da Cidade Nova, em Salvador. O mandado de prisão temporária foi expedido pelo 2º Tribunal do Júri da capital e cumprido pela polícia.
O caso era investigado pela 3ª Delegacia de Homicídios (DH/BTS), que identificou o suspeito. A ficha caiu tarde, mas a prisão foi realizada. Após a captura em Itapuã, o homem foi encaminhado para a Coordenação de Polícia Interestadual (Polinter), onde permanece custodiado.
Camila Sampaio Rodrigues tinha 33 anos quando foi morta. O crime aconteceu no ano passado, mas só agora a Justiça determinou a prisão. A pergunta que fica: o que aconteceu durante esses meses de investigação? A resposta está nas mãos da 3ª DH, que conduziu o inquérito e apontou o suspeito.
Investigção aponta autoria e Justiça decreta prisão
O mandado judicial saiu do 2º Tribunal do Júri da Comarca de Salvador. Foi uma prisão temporária, medida cautelar para garantir a investigação. A Polícia Civil cumpriu a ordem na delegacia de Itapuã, local onde o suspeito foi localizado. O trabalho da 3ª Delegacia de Homicídios foi fundamental para chegar até ele.
Traduzindo: a polícia construiu as provas, a Justiça assinou a ordem e os agentes prenderam. O suspeito agora aguarda os próximos passos do processo na Polinter. A prisão ocorre mais de um ano após Camila Sampaio Rodrigues ser brutalmente assassinada a facadas em sua própria comunidade.
Cronologia do crime e da resposta policial
Outubro de 2024. No bairro da Cidade Nova, em Salvador, Camila é vítima de um feminicídio. A arma foi uma faca. O inquérito policial começou na sequência, mas a identificação e a prisão do suspeito de 46 anos só aconteceram agora, em março de 2026.
O caso segue sob os cuidados da Polícia Civil. A conta chegou para o suspeito, mas a família de Camila convive com a pergunta desde 2024. O que significa que a dor da perda permanece, enquanto o caminho judicial apenas começa a andar.