O governo da Bahia injeta R$ 48,6 milhões na economia familiar. O pagamento de outubro do programa beneficia mais de 347 mil estudantes da rede estadual, com o objetivo de combater a evasão escolar.
A conta de milhares de baianos vai ficar mais verde neste sábado (15). É quando a Secretaria da Educação (SEC) libera o crédito de R$ 48,6 milhões referente à parcela de outubro do Bolsa Presença. O dinheiro vai direto para o bolso de famílias de mais de 347 mil estudantes — um movimento que reforça o compromisso (e a necessidade) de manter o aluno dentro da sala de aula.
Mas e aí, o que é preciso para garantir o benefício?
O programa não é só um depósito. Ele vem atado a uma contrapartida clara: frequência regular, realização das atividades e, não menos importante, o envolvimento da família na rotina escolar. Cada núcleo familiar recebe R$ 150 por mês. — E se tiver mais de um filho estudando? A partir do segundo aluno, o valor sobe R$ 50.
Só que tem um detalhe importante para evitar bloqueios: o cadastro deve estar sempre em dia. Quem cumpre os requisitos vê o crédito cair na conta, religiosamente, todo dia 15.
Hoje, o Bolsa Presença é uma realidade para mais de 312 mil famílias baianas. Criado por lei em 2021 e transformado em política de estado permanente, o programa virou uma das principais âncoras na lua contra a evasão escolar.
Massa, né? O recurso é um alívio imediato no orçamento doméstico, mas seu verdadeiro valor é de longo prazo: o vínculo do estudante com a escola e a rede de proteção a quem mais precisa. Um investimento que, no fim das contas, não tem preço.